
Olá meus queridos Potter Maníacos! Tá chegando minha gente! Tá chegando!!!! E eu to aqui que não me aguento! Apenas 3 dias...Meu Senhor! Mas alguém tá assim retardada como eu?! xD Hahahahahaahah...Pois é, como prometi voltei com as novidades sobre o maior EP de todos! Aliança Potteriana vem pra agitar!
Como eu disse no post passado, no dia 15 de julho de 2009, na quarta feira, haverá o EP para o lançamento de Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Que será realizado no Shopping Center 3, Av. Paulista, 2094; ao lado do metrô Consolação (relamente do lado galera!), no cinema PlayArt Multiplex Bristol. O evento começa as 19 horas, as sessões serão divididas em duas salas reservadas somente para os fãn-clubes. Serão duas sessões, uma as 20 horas e outra as 21 horas. Quem tem aquele ingresso amarelo, que adquiriu com um dos integrantes da Aliança Potteriana precisa trocar, certo?! O filme tem 153 minutos de duração e a censura está como 10 anos. Muito bem! Se vistam pra arrasar e venham matar a vontade de Harry Potter certo? Suas editoras Gabi Patil, Carol Fleur e Mandy Potter esperam por vocês lá!
De acordo com a crítica de Isabela Boscov, postada no site www.veja .com, o filme tem potencial! Ela fez uma boa críticasobre ofilme, então...confira!
Depois de sete livros e cinco filmes, é desculpável que se tenha a sensação de que tudo o que se poderia dizer sobre Harry Potter já foi dito. E mais de uma vez. Eis então que algo inesperado acontece: com apenas alguns ajustes, Harry Potter e o Enigma do Príncipe (Harry Potter and the Half-Blood Prince, Inglaterra/Estados Unidos, 2009), que estreia no país nesta quarta-feira, consegue fazer com que algo tão familiar soe novo, diferente e mais instigante do que em qualquer das aventuras anteriores – em filme ou em livro. O sexto episódio da série é aquele em que Alvo Dumbledore (Michael Gambon), diretor da escola de Hogwarts, obrigará Harry (Daniel Radcliffe) a mergulhar nas várias memórias sobre o vilão Voldemort que, no decorrer de anos, ele colecionou em frascos cristalinos. As lembranças, porém, não são nada menos que turvas: elas mostram como Voldemort, mesmo quando ainda se chamava Tom Riddle e era um garoto órfão e desprezado, já emitia sinais inequívocos de ameaça – que o próprio Dumbledore subestimou. E revelam também que, já poderoso, Voldemort encontrou uma maneira indescritivelmente depravada de se preservar da morte. O empuxo da história, portanto, é lúgubre e incômodo. E são essas as características que David Yates, em uma evolução inqualificável desde o episódio anterior, que também dirigiu, trata de acentuar, até que elas contagiem também os momentos ligeiros do enredo – momentos de calmaria nos quais a desordem nunca demora a se intrometer.
O surpreendente no efeito obtido por Yates é a simplicidade dos meios que ele utilizou: primeiro, uma paleta de cores fechada, que privilegia o chumbo e torna os tons vivos, quando aparecem, dramáticos e cheios de prenúncios; uma faxina nos sets, para fazer da escola de bruxos Hogwarts um ambiente medieval e austero; depois, enquadramentos muito profundos, que, por colocarem boa distância entre o primeiro e o último planos, sugerem que há coisas que não se podem discernir nem desvendar; e, por fim, a ênfase no rosto dos atores. Em especial dos bons atores, como o irlandês Gambon, um intérprete magnífico, que enche Dumbledore de gravidade, e o inglês Jim Broadbent. O papel de Broadbent, o do professor Horácio Slughorn, é um desses que imploram para que um erro seja cometido: Slughorn é fútil, deslumbrado e tem um fraco por alunos que desfrutem algum tipo de celebridade – como Harry. No livro de J.K. Rowling, ele é retratado da forma fácil, como uma figura ridícula. Ator e diretor, porém, avançam ao fazer dele um homem trágico – são as almas simples e vulneráveis como Slughorn que o mal vampiriza e das quais se alimenta para persistir.
David Yates já está filmando o último episódio de Harry Potter (que, por ser muito longo, será dividido em duas partes). Se prosseguir nesse aperfeiçoamento, poderá encerrar a série em uma chave de fato memorável – o que O Enigma do Príncipe já passa bem perto de ser. Nem tudo é perfeito, claro. Em um filme tão dominado por Gambon e Broadbent, os limites dramáticos de Daniel Radcliffe ficam, se possível, ainda mais evidentes. Mas isso, sim, já é notícia antiga.
Bom gente...já falei o bastante! Nos vemos no dia 15! \o/ GO HOGWARTS! Beijão para vocês meu PotterFanáticos! *Aparatar!*

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